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Coral Lírico de Minas Gerias poderá se tornar patrimônio histórico

Próximo do aniversário de 40 anos, o Coral Lírico de Minas Gerais poderá se tornar patrimônio histórico a partir de um projeto de lei que acabou de receber parecer favorável. O relator do PL, deputado Carlos Pimenta (PDT), opinou pela aprovação da matéria com a emenda nº 1, que apresentou. A proposição segue, agora, para o Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Foto: Guilherme Bergamini.
Foto: Guilherme Bergamini.

O projeto, de autoria do deputado Bosco (Avante), presidente da Comissão, pretende alterar a Lei 20.628, de 2013, que declarou como patrimônio a Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, de modo a conferir ao coral o mesmo reconhecimento. De acordo com o parecer, ambos são corpos artísticos da mesma fundação e trabalham em constante colaboração, merecendo, portanto, tratamento idêntico.

A emenda nº 1, apresentada ao projeto, propõe que a ementa da Lei 20.628 (texto que faz a abertura da norma, sintetizando o conteúdo da matéria legislada) também seja modificada, a fim de que seja incluído o Coral Lírico de Minas Gerais no enunciado.

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O coral completa, em abril de 2019, 40 anos. O grupo atua nas séries “Lírico Sacro”, “Lírico no Museu”, “Lírico em Concerto” e “Sarau ao Meio-Dia”, executando coros de ópera, repertório coral sacro e secular, com acompanhamento ou a capela. A parceria com a Orquestra Sinfônica de Minas se dá, sobretudo, nas produções artístico-culturais do Palácio das Artes, em especial, na temporada de óperas.

Ícaro Ambrósio
Ícaro Ambrósio é jornalista e editor-chefe do site O Contorno de BH.

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