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Desemprego ou subemprego atingem 22% da população ativa de Minas

Em sua apresentação, a secretária de Desenvolvimento Social apresentou dados como um índice de desocupação, subocupação e desalento (pessoas que não procuram mais emprego) que atinge 22% da população economicamente ativa de Minas Gerais. Nessa área, a deputada Leninha (PT) criticou a omissão, nos planos citados por Elizabeth Jucá, de alguma ação ou recurso referente ao Plano Estadual de Enfrentamento à Pobreza no Campo, previsto pela Lei 23.203, de 2018.

Foto: Adobe Free Photos.
Foto: Adobe Free Photos.

A cobrança de Leninha foi endossada pelo deputado André Quintão (PT), que também demandou recursos para o Programa Rede Cuidar, que destina recursos da Loteria para entidades de assistência social. Elizabeth Jucá admitiu a ausência de iniciativas relacionadas ao enfrentamento da violência no campo. “O programa está sob avaliação”, afirmou. Com relação à Rede Cuidar, ela disse que já há R$ 3 milhões disponíveis.

O deputado Celinho Sintrocel (PCdoB) cobrou políticas para geração de emprego e renda. A secretária ressaltou que, em maio, de cada seis empregos gerados no Brasil, um foi em Minas Gerais. Segundo ela, a estratégia do governo é capacitar a população para aproveitar oportunidades geradas pela iniciativa privada. “Quem gera desenvolvimento econômico é a iniciativa privada”, afirmou.

Ícaro Ambrósio
Ícaro Ambrósio é jornalista e editor-chefe do site O Contorno de BH.

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